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sexta-feira, 18 de março de 2011

#Mundo


ECONOMIA DO JAPÃO RECEBE MAIS DE US$ 77 BILHÕES
O Banco do Japão (BOJ) adicionou 6 trilhões de ienes, cerca de US$ 77 bilhões, na economia do país nesta quinta-feira para proteger o sistema bancário por conta das consequências do desastre, ocorrido na última sexta-feira quando a costa nordeste japonesa foi atingida por um terremoto seguido de tsunami.

O banco fez a oferta em duas etapas. Primeiro ofereceu 5 trilhões de ienes (US$ 64 bilhões) em recursos para o mesmo dia, dos quais as instituições financeiras tomaram 1,122 trilhão de ienes. Mais tarde, anunciou oferta adicional de 1 trilhão de ienes (US$ 13 bilhões) e recebeu a demanda para 500 bilhões de ienes.

Esse é o quarto dia consecutivo em que a autoridade monetária conduziu operações de emergência. O BOJ já ofereceu um cerca de 55,6 trilhões (US$ 709 bilhões) em recursos de curto prazo. Essa medida deve fazer com que o balanço em conta corrente do Banco do Japão atinja cerca de 31,5 trilhões de ienes, baseado na projeção anterior do banco e o resultado das operações de liquidez imediata desta quinta-feira. O balanço em conta corrente do banco central japonês é o mais amplo desde março de 2006, quanto a instituição decidiu encerrar sua política de flexibilização quantitativa.

OS EFEITOS DA TRAGÉDIA DO JAPÃO NO BRASIL
Terremoto, tsunami, risco nuclear. A sucessão de catástrofes que assola o Japão, terceira maior economia do mundo, estremeceu as engrenagens econômicas do planeta. E o Brasil não ficou de fora. O fornecimento de componentes eletroeletrônicos de alta tecnologia (chips, placas de memória para computadores e pen drives, telas de LCD para TVs, etc.) está em xeque, ameaçando a saúde desse setor industrial brasileiro. A informação está no Jornal do Commercio, que está nas bancas. Além disso, as exportações de produtos nacionais para os japoneses estão suspensas, pois, com estradas e portos devastados, não há condições de receberem algumas mercadorias.

O vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto e Castro, explica que a região sul do Japão não irá suportar todo o desembarque de importações. Além disso, argumenta que as indústrias em funcionamento deverão reduzir o ritmo de produção, pois não se sabe até quando haverá racionamento - 36% da energia consumida pelos japoneses é nuclear e, até agora, três das 54 usinas foram desligadas.

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